
Muitas vezes vivo morto
Perdido no tempo
Revivendo o desgosto
Do passado amargo, já passado, já pensado e repensado.
Ai de mim pobre coitado, me iludo com esse fato.
Que de fato já não fato, pois tudo já é passado.
Mas nessa eu sou o pato.
Pois procuro viver aquilo que não é mais
Que está em minha mente e nunca se desfaz.
Queria não mais volta pra lá, mas não sei, não consigo me controlar.
Deve ser loucura.
4 comentários:
que texto bárbaro! realmente o tempo devora a gente, nossa vida. O passado nos torna, o futuro é desejo... mas o presente nunca está.
Tempo, tempo, mano velho que não volta. Na suavidade ou acidez do passado, a crueldade e a beleza de tudo esta na efemeridade, Tutto cambia, il tempo tutto nel mondo... Ótimo texto!
Pow, Anaconda, achei massa! Tem um ritmo meio de musica e tal, bem bom mesmo!
Adorei o texto e a forma com as palavras estão postas....
Bjins entre sonhos e delírios
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