Mostrando postagens com marcador Paulo Roberto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paulo Roberto. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

quinta-feira, 3 de julho de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

sábado, 3 de maio de 2014

Calçadas

Seu céu é meu ar,
um dia noturno à respirar
noites perdidas, 
esquinas desertas 
e brisas de calçada.

Teus passos incertos

no silêncio da madrugada,
avançam no acender brasas
fragmentando-se em solidão
e mendigos.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

segunda-feira, 3 de março de 2014

Teu corpo


Revela a escuridão de teus olhos
no calor da loucura
pois veneram-lhe sonhos e orgias
homens da perdição e pecados.

Um paraíso distante, razão onde
o amanhecer é noite, o escurecer é dia
toma como possível lembrança...
- Nada é tão presente quanto o agora!

Entre o ébrio desejo
de Deuses Libertinos,
cujo caminho veludoso 
são pernas e instintos.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Você quer?



Quando sonho adormeço em trevas, só desperto
à paixão, pois estes são os segredos de amantes
escondidos nos mais puro silêncio,
acorrentados aos mais sórdidos desejos. 

Liberdade! Esta é a nova ordem mundial!
Da eternidade dos corpos ao teu silêncio.
Solidão! Total ausência que teus lábios
e os meus só conhecem na escuridão 
  

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Horas Sombrias

Quando teus lábios surgirem
terão belos segredos,
Quando anoitecer em teus olhos
seremos a completa existência.

Pois essa é a pureza da vida
está em toda beleza
toda virtude que o amor traz,
são as horas mais sombrias.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Sentido



Isto a que recorro não são palavras,
embora elas a descrevam
mesmo que por descuido,
ainda assim busco algum sentido.

Será que é isto? Razão?
Pois se dá sentido a vida
sua falta traz destruição.
Estou no meio termo. 


domingo, 3 de novembro de 2013

Maldição

Eram os mesmos olhos da noite. Fome voraz, sede de um rugido. Pois eram negros e expressivos. Caçadores da floresta ou qualquer coisa morta os conheciam bem. Se já os viram? Estiveram em carnificinas, provando do puro néctar escarlate como os cães infernais da matança. Possíveis lendas? Detestável seria revelar tal segredo, acreditar na existência sem que houvessem algozes, são meras psicoses, ou boas doses empunhadas de mistério. 


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Sozinho



Perambulando por prédios da insanidade,
nos ociosos calçamentos
de domingo após as bebedeiras

Perdido nos ébrios lábios de putas 
ou em suas penas de guilhotina.
Consagramos a existência do vício
encontramos nossa liberdade.

O torpor sentimental!
Jardins da luxúria
e o brilho escarlate
são o veneno da solidão.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Solitária inocência


Sabe quando bate aquela saudade
e você simplesmente desconhece?
Tenta uma vez, duas, três...
Mas o bar já está fechado?
Negociar com prostitutas
sem compreender o real sentido
"ménage à trois".

Onde estão as moitas
ou banheiros públicos
que tudo acontece?
Tudo se planeja!
Como descobrir essa merda que me aflige
se até mesmo ela é uma derrota.  

Paulo Roberto