Quando na alma o desespero bate
O coração chora sozinho...
Vítima de um duro debate
Pela falta de carinho;
Quando a lágrima enfim cair
Dos olhos em solidão...
Vai-se embora o sorrir
Do meu rosto sem paixão;
Mostrando postagens com marcador Samuel Balbinot. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Samuel Balbinot. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 28 de julho de 2014
sábado, 28 de junho de 2014
AO TE QUERER
Escrito por
Samuel Balbinot
Foi ao
te querer
Que eu
pude perceber...
Que eu
jamais poderia compreender
Quem
nunca teve nada para me dizer;
Foi ao te
perder
Que de
tudo nada mais quis ter...
Parei de
sorrir, de te ver
Para
conseguir te esquecer;
quarta-feira, 28 de maio de 2014
SANGRANDO
Escrito por
Samuel Balbinot
Como eu
poderei aguentar… a dor
Que
carrego no coração… sangrando...
Tão
longe de encontrar… amor
E de sentir
paixão… amando;
Como não
chorar… pelo desamor..
Pelo
sentimento em vão… mudando...
Que está
aqui dentro a gritar… por...
Por libertação…
lutando;
segunda-feira, 28 de abril de 2014
PRISÃO
Escrito por
Samuel Balbinot
Almas sempre prisioneiras
Das emoções persistentes...
Nunca encontramos maneiras
De quebrar estas correntes;
Sentimento desconexo...
Corpos sempre dominados...
Não fazem amor, só sexo...
Humanos tão controlados;
Das emoções persistentes...
Nunca encontramos maneiras
De quebrar estas correntes;
Sentimento desconexo...
Corpos sempre dominados...
Não fazem amor, só sexo...
Humanos tão controlados;
sexta-feira, 28 de março de 2014
ALÉM DO OLHAR
Escrito por
Samuel Balbinot
Os nossos olhos humanos
Não enxergam mais além...
No invisível os pianos
Sempre tocam para alguém;
Nossos olhares tem véus
Duma ilusão infinita;
Nunca enxergamos os céus
Nem cada estrela bonita;
Não enxergam mais além...
No invisível os pianos
Sempre tocam para alguém;
Nossos olhares tem véus
Duma ilusão infinita;
Nunca enxergamos os céus
Nem cada estrela bonita;
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
BUSCAS
Escrito por
Samuel Balbinot
Nas buscas quase infinitas
Do meu ser por liberdade...
Nunca vi moças bonitas
Suspirando de saudade;
Do amor sempre quis beber...
Terminei com lábios secos
Sempre tentando entender
O que fazia nos becos;
Do meu ser por liberdade...
Nunca vi moças bonitas
Suspirando de saudade;
Do amor sempre quis beber...
Terminei com lábios secos
Sempre tentando entender
O que fazia nos becos;
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
JURAS
Escrito por
Samuel Balbinot
Estou chorando num canto
As dores do coração...
Que perdeu o real encanto
Depois de ouvir o teu não;
Lágrimas cobrem o chão
Nas madrugadas escuras...
Todas mortas na paixão
Que alimentava tais juras;
As dores do coração...
Que perdeu o real encanto
Depois de ouvir o teu não;
Lágrimas cobrem o chão
Nas madrugadas escuras...
Todas mortas na paixão
Que alimentava tais juras;
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
ELEVAÇÃO
Escrito por
Samuel Balbinot
Canalização dos versos eleitos;
Palavras que se moldam lindamente
No papel branco onde os sonhos perfeitos
Vão reluzindo tão divinamente;
Elevação dos mundos satisfeitos;
Esferas de brilho único e luzente;
Degraus celestes de tempos refeitos
Lapidados pela alma transparente;
Pensamentos de luz no coração
Que bate forte na real emoção
De alcançar as estrelas infinitas;
Madrugadas eternas e bonitas
Vestida por luares majestosos
Nas noites de segredos luminosos;
Soneto
Palavras que se moldam lindamente
No papel branco onde os sonhos perfeitos
Vão reluzindo tão divinamente;
Elevação dos mundos satisfeitos;
Esferas de brilho único e luzente;
Degraus celestes de tempos refeitos
Lapidados pela alma transparente;
Pensamentos de luz no coração
Que bate forte na real emoção
De alcançar as estrelas infinitas;
Madrugadas eternas e bonitas
Vestida por luares majestosos
Nas noites de segredos luminosos;
Soneto
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
MINHA ALMA
Escrito por
Samuel Balbinot
Minha alma na balbúrdia dos dias
Grita as dores dos tempos já passados;
Não se cansa de erguer lindas poesias
Para outras almas de sonhos sonhados;
Molda os amores reais em melodias
Tocadas por anjinhos destronados...
Que vivem presos pelas rebeldias
De todos nós humanos arranjados;
Alma que sente os medos desta vida...
Mas não se cala diante da ferida
Que rompe sentimentos tão profundos;
Alma latente, dos límpidos sonhos
Zelados pelos anjos mais risonhos
Dispensados dos tronos de outros mundos;
Grita as dores dos tempos já passados;
Não se cansa de erguer lindas poesias
Para outras almas de sonhos sonhados;
Molda os amores reais em melodias
Tocadas por anjinhos destronados...
Que vivem presos pelas rebeldias
De todos nós humanos arranjados;
Alma que sente os medos desta vida...
Mas não se cala diante da ferida
Que rompe sentimentos tão profundos;
Alma latente, dos límpidos sonhos
Zelados pelos anjos mais risonhos
Dispensados dos tronos de outros mundos;
sábado, 28 de setembro de 2013
SONETO AO BAR
Escrito por
Samuel Balbinot
Bebemos versos feitos de palavras
Lapidadas na mente sempre ativa;
Pureza das purezas mais que raras
Numa visão astral contemplativa;
Bebidas que nos dão idéias tão claras
Deixando nossa alma alegre e festiva;
Vivemos traduzíveis e reais farras
De palavras sonoras em nós viva;
Bebemos tudo, menos a tal água
Que não é capaz de curar a mágoa
Dos amores que sempre carregamos;
Os versos se derramam como vinhos
Finos envoltos por doces carinhos
Ganhos da pessoa que muito amamos;
Lapidadas na mente sempre ativa;
Pureza das purezas mais que raras
Numa visão astral contemplativa;
Bebidas que nos dão idéias tão claras
Deixando nossa alma alegre e festiva;
Vivemos traduzíveis e reais farras
De palavras sonoras em nós viva;
Bebemos tudo, menos a tal água
Que não é capaz de curar a mágoa
Dos amores que sempre carregamos;
Os versos se derramam como vinhos
Finos envoltos por doces carinhos
Ganhos da pessoa que muito amamos;
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
VINHO
Escrito por
Samuel Balbinot
Vinho tinto, vinho fino...
Aroma dos parreirais;
Bebida do Deus menino...
Dos deuses, dos imortais;
Vinho que acalenta o ser...
Que alegra a alma descontente...
Que seduz nosso querer
Quando o amor se faz presente;
Vinho que é só tentação...
Bebido em noites de amor;
Fazendo do coração
Um lindo jardim de flor;
Aroma dos parreirais;
Bebida do Deus menino...
Dos deuses, dos imortais;
Vinho que acalenta o ser...
Que alegra a alma descontente...
Que seduz nosso querer
Quando o amor se faz presente;
Vinho que é só tentação...
Bebido em noites de amor;
Fazendo do coração
Um lindo jardim de flor;
Assinar:
Postagens (Atom)