quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Ostras

"Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas"



Rumores e sensações, vividas em silêncio
De profanas inquietações.

Guerras deflagradas a procura
Daquilo que foi encontrado
Na pureza dos sentimentos
Vividos antes do despertar
Da lua que nos observa
Brilhante e cheia...

Visionários de sonhos
Trazidos pelos ventos esfuziantes
Da maldita estrada que nos separa

Em um longínquo futuro inexistente
Tornamos-nos pérolas.

(Ro Primo)

Um comentário:

Me Morte disse...

Lindo Rô! Vc continua perfeita no estilo! Beijos