domingo, 6 de fevereiro de 2011

Nosso Primeiro Ménage



Olá, leitores da Revista Swing & Ménage Sex Total. Para narrar minha história, por razões óbvias, usarei nomes fictícios de pessoas e lugares.
Digamos que eu e minha esposa nos chamamos Mário e Paula. Tenho trinta anos, sou branco, 1,73m de altura, magro. Ela tem vinte e cinco anos, mas com corpinho de vinte e um: alta, loira, seios fartos com mamilos apontando para o céu, boca carnuda, olhos verdes grandes e sedutores, uma linda bundinha empinada. Um tesão! Casamo-nos jovens, ela com vinte, eu com vinte e cinco anos. Sempre curtimos muito o sexo. Transávamos quase o tempo todo: no quarto, na sala, na cozinha, no banheiro, no quarto de ferramentas, na piscina, na varanda, no carro, no elevador, na obra abandonada, no motel barato, no cinema, no estacionamento, embaixo da ponte, atrás do muro, no terreno baldio... Era sexo sem parar.
Também gostávamos muito de assistir a filmes de sacanagem, especialmente do gênero "gang-bang". Aquele monte de paus revezando-se e fodendo a atriz na boceta, no cu, na boca, esfregando em seu corpo, gozando na cara até deixá-la completamente coberta de porra era muito excitante, alimentava nossas fantasias e fazia o sexo - que já era bom - ficar ainda melhor.
O tempo passou e, em uma noite especial - completávamos um ano de casamento - após mais uma foda fenomenal, decidimos nos dar um presente: realizaríamos uma de nossas fantasias. Como não podia deixar de ser, concordamos em fazer um ménage à trois masculino: eu a compartilharia com outro homem. Passamos, então, ao processo de seleção. Entramos em vários chats de sexo, conversamos com muitos babacas que só queriam zuar com a nossa cara, adolescentes curiosos e homens desinteressantes, carentes de atrativos. Semanas depois, cansados, desanimados, achando que nunca encontraríamos o parceiro ideal, eis que surge Jorge e seu sugestivo nick: Pirocudo Comelão. Mulato, alto, trinta e oito anos, "despachado" e bom de papo, demonstrou ser experiente no tipo de sacanagem que buscávamos. Envolveu-nos. Cativou-nos. Enviou fotografias. Disse tudo o que faria com Paula que, por sua vez, ficou interessadíssima. Percebi que finalmente a putaria ia rolar.
Combinamos o encontro no Bar Bacante, localizado na zona sul de São Paulo. Na data acertada, logo pela manhã, Paula me abraçou, roçando sua bocetinha peladinha na minha perna, qual uma cadela no cio, e disse no meu ouvido com aquela voz lânguida: "É hoje, meu amor. É hoje que você vai ver sua putinha dando pra outro, gozando no pau de outro macho." Meu pau endureceu na hora. Ela, então, deu-me um gostoso beijo na boca e saiu de casa rebolando, dizendo que iria comprar "roupas especiais". Horas mais tarde, quando regressou, quis ver o que havia comprado, ela não permitiu, disse que era surpresa.
Foi o dia mais longo de minha vida, as horas custavam a passar. Paula, a todo instante, provocava-me com frases do tipo: "Você vai ver, vou ficar muito puta pra ele. Vou chupar o pau dele bem gostoso, colocá-lo inteiro na boca, vou mamar o pau dele até ele gozar. Você vai deixar eu beber a porra dele, vai, meu amor?" Eu sempre respondia que sim. "Quero dar a bundinha pra ele. Quero que você abra minha bunda e mande ele meter com força, enquanto você só olha. Vou rebolar bem gostoso com o pau dele todo dentro do meu cuzinho. Você vai gostar de ver sua putinha rebolando em outro pau, vai, meu amor?" Eu sempre respondia que sim. E assim, vagarosa e torturantemente, o dia deu lugar à noite.
Estávamos ansiosos. Ansiosos e nervosos. Afinal, era a primeira vez. Não conhecíamos o tal "Jorge Comelão", sabíamos apenas o que ele havia transmitido durante nossas conversas no MSN. Ademais, a sensação de estar fazendo algo proibido dava um quê de conspiração à porra toda. Era como se estívessemos prestes a cometer um crime, o que aumentava ainda mais o tesão. Isso fez com que eu já estivesse pronto duas horas antes das 21:00 h, o horário combinado. Paula olhou para mim, fez aquela cara de safada que eu tanto adoro e disse: "Tá ansioso, tá, meu amor? Tá doido pra ver sua putinha dando pra outro, não?" Despiu-se, pediu para eu aguardar na sala e abriu o chuveiro. Liguei a TV mas não consegui me concentrar na novela. Meu pau latejava, duro como pedra. Meia hora depois, ela me chamou: "Vem, meu amor. Vem ver sua putinha vestida para matar." Corri para o quarto e tive que me segurar para não agarrá-la e comê-la ali mesmo. Paula estava simplesmente estonteante: espartilho, meia sete oitavos, cinta-liga, luvas, uma minúscula calcinha, tudo vermelho. Quase gozei quando ela falou: "O que acha, amor? Ele vai gostar?"
Chegamos, intencionalmente, meia hora antes do combinado. Precisávamos nos certificar que o cara era o cara. Ele não sabia como éramos. Por outro lado, nós o reconheceríamos caso ele fosse realmente o homem das fotos. O bar estava bastante movimentado, a maior parte das mesas ocupadas por casais. Pedimos uma cerveja que entornamos em dois minutos. A expectativa era enorme. Dali a poucos minutos, chegaria o homem que iria comer minha amada Paula. Pedimos outra cerveja. E mais outra. Estávamos na quarta quando ele chegou. Era o cara das fotos em carne, osso e piroca. Entrou e correu a vista pelo interior do bar. Olhei Paula nos olhos e mandei a fatídica pergunta, na lata, dando-lhe a última chance de voltar atrás: "Quer desistir?" Ela fez cara de espanto e deu a resposta que eu queria ouvir: "É claro que não!" De um salto, levantei da cadeira e fiz um sinal para Jorge, que se aproximou sorridente. Apertos de mão, beijos no rosto, ele sentou-se. Muitas perguntas, histórias e cervejas depois, já parecíamos velhos amigos, conversando, bebendo e rindo muito. Em dado instante, percebi que algo acontecia, Paula estava com aquela carinha de safada que eu tanto apreciava. Deixei a chave do carro cair no chão, abaixei para pegá-las e vi o que a toalha encobria: Jorge acariciava a bocetinha de Paula com uma das mãos, por dentro da calcinha, enquanto a vadia tocava uma punheta no pau dele que já estava para fora da calça. Fiquei de cacete duro no ato e sugeri que pagássemos a conta e fôssemos para um local mais tranqüilo. Todos concordaram.
No carro, a caminho do motel, Paula e Jorge ocuparam o banco traseiro e continuaram a sacanagem, enquanto eu olhava pelo retrovisor, cheio de tesão. Ela dava-lhe uma bela chupada, a língua percorria toda a extensão do pau que era totalmente abocanhado logo em seguida. Enquanto isso, ele enfiava os dedos na boceta. Eu sabia o quanto ele devia estar gostando, Paula mamava uma pica como ninguém. E foi assim, quase explodindo de tesão, que chegamos ao motel.
Mal entramos no quarto, os dois se agarraram em um beijo ardente, as mãos dele percorrendo as costas de Paula, apertando sua bunda. Depois, Jorge passou a chupar e morder o pescoço e os seios de Paula. Ela adorava ser mordida, delirava de tesão, pedindo-lhe para morder com mais força. Eu somente olhava e me masturbava, confesso que estava adorando ver minha putinha nos braços de outro. Jorge foi descendo a língua pelo lindo corpo de Paula até chegar a bocetinha, onde deteve-se, chupando com sofreguidão. Ela gemia alto, olhava pra mim e perguntava: "Tá gostando, meu amor? Tá gostando de ver outro chupando a bocetinha da sua puta? Ele chupa gostoso! Posso gozar na língua dele, posso, meu amor?" Eu apenas meneava a cabeça afirmativamente, sem nada dizer. Faltavam-me palavras. Estava muito excitado mas também com muito ciúme. De fato, havia um conflito dentro de mim: o marido ciumento sentia-se traído, ao passo que o puto degenerado sentia o maior tesão. Os sentimentos se alternavam rapidamente. Mas, naquele momento, o tesão falava mais alto, impunha-se qual um avassalador furacão somado ao calor fluido e irresistível ejaculado em ondas por um vulcão furioso. Éramos animais, éramos bestas feras sedentas de sexo, ávidas pelo prazer essencial. Os gritos de Paula interromperam meus devaneios.
- Ah! Ah! Ah! Vou gozar! Aahh! Aaahhh! Aaaaaaahhhhh!!!.......
Paula gozava. Gozava aos berros. Gozava como uma cachorra no cio, as mãos segurando tenazmente os cabelos de Jorge, comprimindo seu rosto contra sua boceta encharcada. Os espasmos e os gemidos diminuiram paulatinamente, até cessar. Jorge, com o rosto brilhando, molhado pelos fluidos vaginais de Paula, olhou para mim e perguntou: "Posso foder a bucetinha da sua puta?" Não respondi. Havia deixado bem claro no bar que Paula daria as ordens, comandaria a foda. Ela me olhou com aquela expressão misto de súplica e safadeza e pediu com aquela voz sensual: "Deixa, amor, deixa ele foder sua putinha? Deixa?..." "Deixo!", quase gritei. Paula ficou de quatro. Jorge posicionou-se por trás, encostou a cabeça do pau na boceta e meteu tudo, de uma só vez. Paula urrou de prazer. Jorge iniciou os movimentos cadenciados de entra-e-sai, aumentando gradualmente o ritmo, enquanto Paula rebolava e gritava:
- Mete, seu filho da puta! Mete com força, porra! Fode minha buceta! Bate na minha bunda! Isso! Com força!
Olhou para mim:
- Tá gostando, amor? Tá gostando de ver sua putinha dando pra outro? Tá gostando de ver seu amorzinho rebolando em outra pica, tá?
- Estou!!! - gritei, masturbando-me freneticamente, o pau latejando de tão duro.
- Posso gozar no pau dele, posso, amor? Ele mete gostoso, sabia? O pau dele é uma delícia! Quer que eu goze no pau dele, quer?
- Quero! Goza, porra! Goza gostoso, sua puta! Goza!
- Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Aahh! Aaahhh! Aaaahhhh! Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!!!.......
- Uh! Uh! Uh! Uh! Uh! Uh! Uuhh! Uuuhhh! Uuuuhhhh! Uuuuuuuuuhhhhhhhhh!!!.......
O cara gozou junto com ela, encheu a camisinha de porra. Paula, então, surpreendeu-me: retirou o preservativo do pau de Jorge, olhou para mim e perguntou: "Posso esfregar a porra dele no rosto, amor?" Eu não acreditava que ela fosse fazer aquilo. Decidi pagar para ver: "Pode". Paula deitou-se, espremeu a camisinha sobre o rosto, derramando a porra toda. Depois, esfregou na cara e lambeu os dedos. "Hum...Que delícia." Não resisti. Em outras circunstâncias, provavelmente eu sentiria nojo. Mas ali, naquele momento, mais uma vez o tesão falou mais alto: lasquei um beijo na boca de Paula, toda lambuzada da porra de Jorge. Depois, meti com força em sua boceta. Bastaram poucas metidas para eu gozar, um gozo farto, forte, delicioso.
Demos um tempo, bebemos algumas cervejas, conversamos banalidades e fomos tomar banho, os três. Foi a deixa para a putaria recomeçar. Eu e Jorge disputávamos o belo corpo de Paula com nossas mãos, línguas e dentes. Ora eu a beijava e Jorge mordia seu pescoço e ombros, ora Jorge chupava seus seios enquanto eu lambia suas costas. Descemos. Lambi sua boceta e Jorge seu cuzinho. Dávamos linguadas frenéticas, Paula novamente gritava de prazer. Sem nos secar, voltamos para a cama. Ela esfregava vigorosamente a boceta melada na cara de Jorge e chupava meu pau, saborosamente. À certa altura, langorosa, fez outro pedido inegável: "Amor, quero dar a bundinha pra ele. Lambe meu cuzinho, deixa ele bem lubrificadinho pra ele meter, deixa?" E lá fui eu. Ela de quatro, abri sua gostosa bunda com as mãos e lambi. Lambi, lambi, lambi, até deixar seu apertado anelzinho bem lubrificado. Então, cavalheirescamente, ainda separando as nádegas dela com as mãos, fiz o convite: "Vem cara, vem meter no cuzinho dessa puta! Ela está doida pra te dar o cuzinho, faz tempo. Arromba ela!" Jorge não se fez de rogado: encostou a cabeça da piroca no cu de Paula e foi empurrando, enquanto eu observava, de perto, o pau dele ir sumindo, sumindo, até desaparecer. Paula mexia os quadris alucinadamente, rebolava com gosto. Mais gritos:
- Mete com força! Mete, caralho! Fode meu cu! Fode! Enfia tudo bem fundo! Arromba ele! Mete na sua puta!
E Jorge, segurando as ancas de Paula, metia sem dó, produzindo aquele ruído de carne batendo em carne que misturava-se aos urros de Paula. Súbito, aconteceu algo que eu não esperava: os gemidos de Paula foram aumentando de intensidade, prenunciando o orgasmo. Mas não podia ser! Ela nunca havia gozado dando a bundinha para mim! Não, isso não! O ciúme voltou à toda, veemente e impetuoso. Meu coração disparou, o sangue subiu todo pra cabeça, comecei a tremer, meu corpo parecia estar em chamas, minha boca ficou seca. Ela não ia fazer aquilo comigo, não havíamos combinado aquilo, ela não podia! Fui até onde estavam minhas roupas e peguei minha pistola 765 que havia escondido sob elas. Os dois, compenetrados que estavam, não perceberam meu movimento. Ela já não me olhava, não me provocava, eu não estava mais ali. O fogo em meu rosto foi aumentando concomitantemente aos gemidos de Paula, até que... ela gozou! Aliás, eles gozaram! Gozaram juntos, um orgasmo como eu nunca havia visto igual, um orgasmo que ela nunca havia tido comigo. Mirei a nuca de Paula e atirei. O projétil lançou sua cabeça para o lado, mas não o corpo, Jorge a segurava firme pelos quadris. Ele, por sua vez, deu um salto para trás, caindo no chão, de costas. Que cena patética! Rastejou até a parede, como um rato assustado, enquanto eu o acompanhava com o cano da arma. Dois tiros. No peito. Terminava, assim, naquele suntuoso quarto de motel, nossa primeira experiência no fantástico mundo das fantasias sexuais. Sei que explicações são dispensáveis, mas para que a história não pareça também uma fantasia, fornecê-las-ei: usei pistola com silenciador, alterei as placas do carro antes de sair de casa e ninguém viu nossa cara no motel. O difícil mesmo foi colocá-los no carro, deixar Jorge Pirocudo Comelão no valão e guardar minha adorada putinha numa das gavetas do IML, onde exerço o cargo de legista-chefe. Mas, felizmente, deu tudo certo.
Apesar de haver sido uma experiência inesquecível e muito agradável, passaram-se quatro anos sem que tocássemos no assunto. Acho que ela ficou brava devido à minha broxada no final da foda. Agora, não sei bem o porquê, o desejo voltou. Talvez seja aquele negro alto que esteve em meu local de trabalho para reconhecer um corpo. Tenho certeza que vi Paula estremecer quando viu o homenzarrão. Ela está cada vez mais linda, ainda que pareça um pouco fria.
Bem, aqueles que estiverem a fim de sexo "caliente" e descompromissado e não tiverem medo de realizar as suas e as nossas fantasias, mandem um e-mail para casalsexyliberal@uauau.com.br. Negros, dotados e grupos de homens são bem-vindos.

Carlos Cruz - 29/03/2008

* História livremente inspirada nos tais "relatos dos leitores", encontrados aos milhares em revistas e sites eróticos. Qualquer semelhança com fatos ou pessoas terá sido mera coincidência.

* Desenho de Auguste Rodin.

3 comentários:

Arcoiris No Horizonte disse...

Realidade ou não eu já contada por pura sacanagem isto é comum acontecer,igual a tua Paula a Maria já foi comida do mesmo estilo...Íris Pereira

Rafael disse...

auhahau muuuuuuito bom cara, kkk o final é muito inusitado, rsrsrs, sensacional!

Deveras disse...

Hehehehe, o final é " de matar", rs

ficanapaz