segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Memorial do Pablo Neruda em Isla Negra

Entrada do museu

Confesso que quase nada conhecia da vida e obra de Pablo Neruda. Em recente viagem ao Chile, pesquisando sobre pontos turísticos do país, descobri que o poeta é um dos grande ídolos nacionais, e suas três casas no país foram transformadas em museus: La Chascona, na capital; La Sebastiana, em Valparaízo e Isla Negra, no povoado homônimo, às margens do Pacífico. Esta última é talvez a mais popular, por abrigar os restos mortais de Neruda e de sua terceira esposa, Matilde Urrutia.



É difícil chegar a Isla Negra. Fomos de excursão, e é fácil reparar que inexistem placas nas rodovias indicando o lugar. Em resumo, só se sabe que está em Isla Negra quando já estamos lá.
Pagamos eu e minha esposa Mônica 10000 pesos para a entrada, o que equivale a uns 45 reais. Todos os turistas recebem um aúdioguia no idioma de sua preferência e faz o percurso pela casa e pelo terreno por conta própria.

Ao final do passeio, chega-se a uma lojinha, com vários produtos temáticos a Neruda. Estão lá seus livros e tanmbém livros de outros autores que tratam de sua obra. Além disso, também se encontram camisetas e artesanato. Comprei um livreto com fotos dos três museus, o famoso "Vinte Poemas de amor e uma cancão desesperada", em espanhol, e "Viaje a la poesía de Neruda", de Bernardo Reyes, que percorre as casas em que o poeta já morou, contextualizando sua poesia ao do ambiente em que viveu em toda a vida.
Infelizmente, não é permitido fotografar o interior do museu.

Meus tesouros

Após o passeio, vale uma caminhada pela praia em frente. O Pacífico, nesse trecho, nada tem de pacífico, as ondas arrebentam forte e há muitas pedras. Sem contar o frio da água. 

Há um café no local, onde pode-se curtir o visual do oceano bravio ao lado



video
Vídeo retratando o mar em frente ao museu

2 comentários:

lia disse...

Oi Samuel, vim conhecer teu blog e me encantei. "Viajei " no tempo e relembrei minha estada no Chile, em Valparaíso, quando ouvi falar em Pablo Neruda e passamos em frente à sua casa. Fazem uns 25 anos atrás...deu vontade de retornar e conhecer tb os demais locais que ele morou.Gosto muito de suas poesias.
Hoje escrevi uma sobre nosso momento pós eleições, e se quiseres venha ao blog e comente.
Boa semana, abraço carinhoso.

Glauber Vieira Ferreira disse...

Obrigado Lia, mas meu nome é Glauber!