quarta-feira, 17 de maio de 2017

Da plenitude

N'alguma hora de infinita solidão
alguém, por essa serra
abre a janela.


A noite devassa
se põe devagar na sua cama.
Nada mais lá fora,
nem mesmo os gatos ronronam,
tal negrura se apresenta.

Tem noites em que tudo é tão frio
que a lua não se atreve a aparecer
então, só a névoa
é plena

Um comentário:

Mila Lopes disse...

Noite triste, porém reflexiva...

Estou voltando para a blogsfera e deixando meu link nos blogs que sigo.
Visitem meu espaço, está repaginado, estou Palavrando devagarinho mas com carinho...

Beijos e aguardo sua visita!

https://palavrandoels.blogspot.com.br/