domingo, 21 de janeiro de 2018

Confuso

Confuso, enxergo meus medos
Não raros, sob a órbita desse orbe.
Difuso, entre os vitrais e os azuis
Um facho de luz espectral lilás
Dissipa o assombro...
Arranha-céus fixos ao chão
Suas sombras assustam
E encobrem o sol do verão.
Deixe que as raízes espalhem
Freixos, hortências..., e as heras
Cubram de frescor nossos lares;
Alimente nossas vidas com alegria.
Nossa energia consubstanciada
Não deveria estar atrelada
Às grandes indústrias e edificações,
Às inundações e perda de tantos saberes,
Morte de tanto verde e animais.
Criemos novas ações,
Façamos germinar novos ideais.
Clara seja nossa noite
Pra lucidez dos novos dias.

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