sábado, 10 de março de 2007

Convidada: Maria José Limeira

O QUE SABEMOS?


Tudo que sabemos,

pela porta entreaberta,

é somente uma coisa:

a morte é certa!

...........

http://maria-limeira.zip.net/

14 comentários:

Mão Branca disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mão Branca disse...

Como primeira convidada do Blog escolhi a querida Maria por uma causa bastante simples: talento!
E de acordo com meu gosto, é claro.
Adoro os versos curtos, secos, diretos e profundos desta mulher-macha que se faz presente muito mais imponente que muito marmanjo.

Ah, além de tudo, inaugura a publicação de poemas neste boteco.

Thin White Duke disse...

é, eu tbm adoro o estilo da Maria...
ótima convidada para começar!
flew!

André Espínola

Jimenna disse...

Bem bom! Curtinho e certeiro.

Me Morte disse...

Maria, digo que quando você chega as coisas mudam, o cenário fica mais colorido, mais harmônico.Sempre fui tua fã e acima de qualquer discórdia está a minha humildade em admitir, você faz a diferença.Versos curtos, simples, diretos e bonitos.Seja bem vinda.Beijos

rebellis disse...

Simplesmente perfeito! Harmonia, significado, deleite e sabedoria. Eis o tipo de poema que eu gostaria de ter no meu epitáfio ;-)

Um grande beijo!

Eduardo "Morte Certa"

Muryel De Zoppa disse...

Sou suspeito para falar dada a minha admiração pela pessoa e pela artista que é.
ADOREI, um poema inspirador, simples, direto, e de uma imagem belíssima... parabéns!! Você faz muita falta.

Klotz disse...

Sei também que sempre é delicioso ler a querida Maria José Limeira.

Lameque Hyde disse...

Mais angustiante do que conhecer a certeza da morte é saber que só vemos uma parte da realidade/verdade através da "porta entreaberta". Os peomas deveriam ser todos assim: curtos e claros e reflexivos.
Uma baita convidada para a estréia.

Anderson disse...

Lembrou-me um haiku do Veríssimo. Belo.

Véïö Chïñä‡ disse...

A Maria?
A Maria é que nem o dia,
e queima em sol,
ardendo em alegria
A Maria é igual noite,
estre lada,mágica,
nostálgica e doce
A Maria é a incomplexa existência e,
na qual faz da sua escrita,
tão surpresa, tão limita,
compreender,
que em poucas linhas,
transborda a sabedoria.





Maria,esculpe a falta de talento mas...Sou teu eterno fã.

Eliane Alcântara. disse...

...e desperta! Parabéns pelo poemínimo.

Eduardo Perrone disse...

O estilo- inconfundível - de Maria. Muito Bom.

rosa pena disse...

Maria.É deliciosa a forma que escreve.Beijos.Rosa